PODER LEGISLATIVO DE VENHA VER

PODER LEGISLATIVO DE VENHA VER

terça-feira, 19 de julho de 2011

VENHA VER - RN


O município de Venha Ver tem uma área de78,3 quilômetros quadtados, limitando-se ao norte com o município de São Miguel; sul, com o Estado da Paraíba, mas precisamente com POÇO DANTAS; leste, com os municípios de JOÃO PESSOA e LUÍS GOMES; eo oeste, com o município cearense ICÓ.
É um município rico em termo de agricultura. É apto ao cultivo de banana, manga, goiaba, mamão, graviola, abacaxi, urucum, amendoim, pinha, abacate, maracujá e hortigranjeiros. A pecuária e baseada no rebanho bovino, caprino ovino e aves

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

PREFEITOS DE VENHA VER - RN

1 – EXPEDITO SALVIANO

Eleito em 03/10/1996

Posse em 01/01/1997

2 – EXPEDITO SALVIANO

Reeleito em 01/10/2000

Posse em 01/01/2001

3 – MARIA DO SOCORRO PESSOA FERNANDES

Eleita em 03/10/2004

Posse em 01/01/2005

4 – EXPEDITO SALVIANO

Eleito Em 05/10/2008

POSSE em 01/01/2009

EXPEDITO SALVIANO - 1º E ATUAL PREFEITO DE VENHA VER-RN

EXPEDITO SALVIANO , eleito para cumprir seu terceiro mandato, com 1.854 votos, equivalente a 74,16 por cento. EXPEDITO SALVIANO, nasceu no sítio Cajueiro, município de Patu-RN, nascido a 2 de dezembro de 1955, filho de uma prole de seis. Viveu parte de sua infância na zona rural, dedicando-se à agricultura e à pecuária. No trabalho no campo, Salviano sempre esteve ao lado dos seus pais Pedro Salviano e Maura Maria Salviano. Menino Salviano mudou-se com a família para Caraúbas, onde começou a estudar. Foi quando trabalhou como balconista no comércio. Cursou da 1ª a 4ª séries na Escola Estadual Professor Lourenço Gurgel de Oliveira. Da 5ª a 8ª séries, na Escola Estadual Sebastião Gurgel, ambas em Caraúbas. Em 1975 foi morar em Mossoró, onde fez o primeiro ano científico no Colégio Diocesano Santa Luzia. Os segundo e terceiro anos foram concluídos na Escola Técnica Agrícula Jundiá, no município de Macaíba-RN, onde também presidiu o grêmio estudantill. Despertava aí sua vocação políticaCasou-se em 13 de setembro de 1979 com Eustânia Maria Fernandes Salviano, com tês filhos: Elaine Katerine Fernandes Salviano, Ellen Katarine Fernandes Salviano Allan Klayton Fernandes Salviano, atual vice-prefeito eleito juntamente com seu pai em 5 de outubro de 2008Ingressou na política em em 1988, quando a 15 de novembro foi eleito vereador no município de São Miguel. Em 1991 representante do então distrito de Padre Cosme, lutou pela sua emancipação. Em 3 de outubro de 1992 ele foi reeleito vereador. Em 3 de outubro de 1996 Salviano foi eleityo o primeiro prefeito do município de VENHA Ver e reeleito em 1º de outubro de 2000. Em 3 de outubro de 2004 apoiou a candidata vitoriosa, Maria do Socorro, esta irmão do deputado Raimundo Fernandes, a qual, quatro depois, mais precisamente em 5 de outubro de 2008 não conseguiu a sua reeleição, perdendo para Expedito Salviano

VICE-PREFEITO:
ELLAN KLAYTON FERNANDES SALVIANO, nascido a 28 de junho de 1985, filho do prefeito eleito.

MARIA DO SOCORRO PESSOA FERNANDES - EX-PREFEITA

MARIA DO SOCORRO PESSOA FERNANDES, natural de São Miguel, nascida a 17 de julho de 1947. Disputou sua reeleição, porém, foi derrotado pelo ex-prefeito Expedito Salviana. Ela obteve apenas 646 votos equivalente a 25,84 por cento.Natural de São Miguel-RN, nascida a 14 de julho de 1946, filha de Hesíquio Fernandes de Sá e de Maria Leodora Pessoa Fernandes. Maria do Socorro é casada com Francisco Neldo de Souza, e mãe de dois filhos: Antonio Carlos e Janaina Fernandes Dias. Formada em em Pedagogia pelo Campus Avançado de Pau dos Ferros da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Foi diretora da escola Estadual Joaquim Correia, em Pau dos Ferros; coordenadora do CSU/São Miguel; secretária de Saúde, secretária de Educação de São Miguel; diretora do 14º Nure/Pau dos Ferros; e diretora da 15ª Dired, sediada em Pau dos Ferros, É uma pessoa de bom relacionamento social nas cidades de São Miguel e Venha-Ver. Eclética nas suas decisões e uma profissional competente, cujo comportamento lhe credenciaram as suas aspirações na política, sendo eleita em 3 de outubro de 2004 para o cargo de prefeita da cidade de Venha Ver

HISTÓRICO

Duas famílias, uma de judeus e a outra de holandeses, deram origem a comunidade de Venha Ver.

A explicação da origem do nome Venha Ver é contada de várias formas pelos mais antigos. A mais conhecida pelos patriarcas refere-se ao namoro entre a filha de fazendeiro e um de seus escravos. Descontente com essa amizade, o fazendeiro decidiu mandar sua filha para outra região. Ao procurar pela filha na manhã do dia de sua partida, foi informado por uma escrava que a moça estava proseando com o namorado. O fazendeiro não acreditou na conversa da escrava que não teve outra alternativa a não ser chamá-lo para comprovar pessoalmente sua informação. Venha ver, disse a escrava enfrentando o revoltado patrão.

O povoado, naturalmente, passou a se chamar Venha Ver, e a força do seu povo tornou possível que o pequeno arruado viesse a experimentar um gradativo crescimento. Ao longo dos anos, Venha Ver conseguiu se sobressair entre as comunidades pertencentes a São Miguel, crescendo na produção agrícola e a nível populacional.

No dia 26 de junho de 1992, por força da Lei nº 6.302, Venha Ver alcançou sua autonomia política, desmembrando-se de São Miguel e tornando-se município do Rio Grande do Norte.

Gentílico: venha-verense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Padre Cosme, pelo decreto estadual nº 2903, de 1208-1963, subordinado do município de São Miguel.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o distrito de Padre Cosme, figura no município de São Miguel.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17-I-1991.

Elevado à categoria de município com a denominação de Venha-Ver, pela lei estadual nº 6302, de 26-06-1992, desmembrado de São Miguel. Sede no antigo distrito de Padre Cosme atual Venha-Ver. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.

Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Padre Cosme para Venha-Ver alterado, pela lei estadual nº 6303, de 26-06-1992.

Fonte: IBGE

CIDADE DO RN PRESERVA TRADIÇÃO JUDAICA


Uma pequena cidade perdida no interior do Rio Grande do Norte guarda vestígios da origem judaica de sua população, cujos fundadores, em 1811, eram descendentes de cristãos-novos — judeus convertidos à fé cristã. Mesmo cristãos, os habitantes de Venha-Ver (440 km a oeste de Natal) revelam em hábitos cotidianos uma tradição particular, transmitida há séculos de geração a geração. A maioria dos habitantes, porém, não tem consciência da origem de seus ancestrais. Os sinais mais evidentes da tradição judaica encontrados na pequena cidade pela Agência Folha são a fixação de cruzes em formato hexagonal na porta de entrada das casas, o enterro dos corpos em mortalhas brancas e os sobrenomes típicos de cristãos-novos. Os costumes de retirar totalmente o sangue da carne animal após o abate e de colocar seixos sobre os túmulos também podem ser relacionados à ascendência judaica dos habitantes. Os judeus colocam seixos sobre as sepulturas com o significado de que o morto não será esquecido. Em Venha-Ver, pôr um seixo sobre o túmulo significa uma oração à pessoa ali enterrada. O próprio nome da cidade é uma provável fusão da palavra "vem" (do verbo vir, em português) com o termo hebraico "chaver" (pronuncia-se ráver), que significa amigo, companheiro. Ou seja, Venha-Ver seria uma corruptela de "Vem, Chaver".
Esses foram parte dos indícios relatados pelo rabino Jacques Cukierkorn em sua tese de rabinato (equivalente a mestrado) sobre a ascendência judaica entre a população do Rio Grande do Norte.

A preservação de tradições centenárias entre a comunidade de Venha-Ver foi facilitada pelo isolamento do município, situado no extremo oeste do Rio Grande do Norte, nas fronteiras do Ceará e Paraíba. Só se chega ali por uma sinuosa estrada de terra.

Batentes

Para o rabino Cukierkorn, as cruzes de Venha-Ver têm sua origem na mezuzá — pequena caixinha com uma reza que os judeus fixam nos batentes das portas. Muitas delas têm formato hexagonal, como a Estrela de David, símbolo da fé judaica. A população explica as cruzes nas portas de suas casas como uma proteção contra o mal, o demônio, a ventania e os raios. Os judeus fixam a mezuzá nos batentes para demarcar a proteção divina sobre a casa.

Na pequena localidade, os cadáveres são envolvidos em mortalhas para serem conduzidos até a sepultura. É o que determina a tradição judaica. Esse costume é explicado pelos habitantes de Venha-Ver como algo passado de pai para filho. Há um preconceito contra o uso de caixão — recentemente introduzido nos funerais locais.

Cukierkorn vê, na forma de tratar a carne animal, a presença das regras da culinária "kasher" — determinadas pelo judaismo. Logo após o abate de um animal em Venha-Ver, os pedaços de carne são dependurados com uma corda sobre um tronco de árvore, para que todo o sangue escorra. Depois disso, a carne é salgada — prática usual entre os judeus ortodoxos.

Cristãos-novos

Os sobrenomes mais comuns da população branca de Venha-Ver (parte da comunidade, de fixação mais recente, tem origem negra) são Carvalho, Moreira, Nogueira, Oliveira e Pinheiro, notadamente de cristãos-novos, conforme estudo do professor de antropologia José Nunes Cabral de Carvalho (1913 - 1979) fundador da Comunidade Israelita do Rio Grande do Norte. A repressão religiosa desencadeada pela Inquisição, particularmente nos séculos 15 e 16, fez com que uma ampla população judaica tenha sido forçada a se converter ao cristianismo em Portugal, Espanha e também no Brasil, alterando sua fé religiosa, sobrenome e comportamento social.

Fonte: Andréa de Lima, da Agência Folha, em Venha-Ver

Grupo retomou características

Em Natal, cinqüenta famílias no inicio da cerimônia — cerca de 200 pessoas — formam a "comunidade marrana". São famílias cujos ancestrais eram cristãos-novos e que, nas últimas gerações, retornaram à fé judaica. As famílias se reúnem uma vez por semana na sinagoga do Centro Israelita do Rio Grande do Norte, que foi fundado, em 1929, pela família Palatnik e reinangurado, em 1979, pelo ex-pastor presbiteriano e lider espiritual João Dias Medeiros.

Às sextas-feiras à noite, é celebrado o cabalat-shabat, a cerimônia religiosa que marca o início do dia sagrado para os judeus. Não há rabino. Um orador entoa as orações cantadas e seguidas pelos freqüentadores por meio de um livro (sidur) doado pela Congregação Israelita Paulista (CIP). No início da cerimônia, velas são acesas e, no final, é feita a bênção do vinho e a repartição da chalá (pronuncia-se ralá), o pão de tranças. Mulheres e homens cobrem as cabeças. A cerimônia é um rito judaico. "Nós também celebramos as festas tradicionais, como o Yom Kipur (Dia do Perdão), Rosh Hashaná (Ano Novo), Pessach (Páscoa), Purim e Shavuot", afirma Éder Barosh. Seu sobrenome original era Barros.

Os integrantes da comunidade natalense também seguem a dieta Kasher, que prevê a separação entre as refeições de leite e carne. Uma ala israelita no Cemitério do Alecrim demarca a presença judaica em Natal.

Fonte: Agência Folha, em Natal.

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